Fresh from the press
Bem, quando os caras tocaram no Skoll Rock naquela longínqua tarde de sei lá quando, apesar de já ser fã de carteirinha, eu disse: "O Queensrÿche não funciona em estádio, precisa ser num local menor". Como é chato estar certo. :-)
PQP!!! Showzaço fudido. Não vou comentar sobre a banda de abertura pra não estragar o relato. O show não foi no templo do metal de Austin, e sim num local de nome duvidoso chamado La Zona Rosa. É no estilo do Austin Music Hall, onde eu assisti o G3 em 2001 e Satriani/DT em 2002, só que menor. O vanzômetro apontou umas 1000 pessoas no lugar, com erro estatístico de 50% (sou péssimo nisso).
É claro que o Geoff Tate não aguenta mais tanto, como deu claramente pra perceber em algumas músicas, mas nem por isso ele deixa a bola cair. Mestre! E a banda tá mandando muito bem, até mesmo o fugitivo do Biohazard que tá na outra guitarra (o carra usa um gorrinho, bigode e cavanhaque, colete sem manga pra mostrar as tatuagens cobrindo o braço).
Set list (tira ou põe o que eu esquecer): Tribe, Sign of the Times, Hit the Black, Screaming in Digital, NM156, outra do Tribe (Falling Behind, acho), Desert Dance, Road to Madness (acústica), Silent Lucidity (acústica), I am I, Damaged, Jet City Woman,The Right Side of My Mind, Breaking the Silence, I Don't Believe in Love, The Needle Lies (fodidíssima), Take Hold of the Flame. No bis: Walk in the Shadows, Empire, Best I Can.
Tirando as primeiras músicas onde o som ficou embolado, tava muito bom (os caras conseguiram consertar). Senti falta de algumas no set list (leia-se: Operation Mindcrime inteiro), mas não dá pra pedir tudo. Show nota, pelo menos, 9. E o mais impressionante foi que a galera cantou mais junto em "Jet City Woman" do que em "Silent Lucidity".
Bem, hora de voltar pra casa. Depois de caminhas 20 quarteirões de volta até a universidade, hora de pegar a bicicleta e pedalar morro acima.
::: escrivinhou anonymous às 22:12
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