Aventuras de um brasileiro perdido no meio do Texas da terra do Governator.

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Stranger in a Strange Land
Porque título criativo é coisa de boiola.
segunda-feira, julho 19, 2004 :::
 

New York, Day One



Bem, tecnicamente é "Day Two", mas ontem não conta. É até meio assustador o número de lojas fechadas no domingo aqui.

A conferência hoje foi chatíssima, pulemos essa parte.

NY é uma cidade estranha. Por um lado ela me faz sentir em casa: grande, barulhenta, fedorenta, um monte de gente nas ruas e um trânsito caótico. Por outro, ela faz São Paulo parecer, bem, São Paulo. Falta à nossa cidade a grandeza (não o tamanho) que NY tem. A Av. Paulista e os Jardins/Centro velho com seus teatros são uma região culturamente viva, SP é, de longe, a capital cultural do país, etc, etc, mas basta 10 minutos caminhando pela 42nd Street e passando pelo Times Square pra ver que não há comparação. E eu nem vou citar o Central Park, ao redor do qual fica a maior parte dos vários museus da cidade.

Hoje nem vai rolar balada pq amanhã eu apresento na conferência, e minha supervisora está por aqui, então não é bom abusar. Mas veremos o que a cidade oferece a partir de amanhã...

Uma coisa que surpreende é a quantidade de mulheres bonitas. É parecida com a sensação de andar na Av. Paulista: claro, tem um monte de turu andando por lá, mas o número de mulheres maravilhosas (e elegantemente vesitdas) nas ruas surpreende. Grande maioria das quais, acredito, são turistas européias, já que é meio difícil ouvir inglês por aqui. Espanhol é outra língua que domina as vias sonoras: se Texas e Califórnia têm os mexicanos, a Flórida tem os cubanos, NY tem os porto-riquenhos.

Finalizando, deveria ser dado o nobel pro cara que inventou a tecnologia 802.11 (ethernet sem fio). E outro pros fabricantes que vendem os equipamentos com configuração de fábrica sem senha. Assim o Zé Mané que instalou o acesso sem fio pro chefe no escritório do outro lado da rua está fornecendo pra mim acesso a internet, evitando que eu tenha que pagar 1 dólar por minuto (ai!) pros muquiranas aqui do Hotel (afinal, pagar $100 por mês pra colocar acesso pros clientes é um absurdo, não?).

Aliás, isso é outra coisa estranha. Em Austin, você caminha pela cidade e em qualquer restaurande, bar ou café, por mais chinfrim que seja, grandes são as chances de você ter acesso a internet sem fio grátis. Aqui isso é quase inexistente.


::: escrivinhou anonymous às 18:54
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