Continuando...
Continuando com mais coisas do lado de cá...
Quem dirige em São Paulo já, alguma vez, deve ter notado as placas com os dizeres "Semáforos inteligentes nessa região" e se perguntado qual a definição de inteligência que foi usada por quem mandou pendurar a placa lá.
Pois aqui, finalmente, eu pude ver o que são os tais "semáforos inteligentes". Tudo bem que devemos guardar as devidas proporções: mesmo que a Highway 101 fique lotada (mas não parada) na hora do rush, o trânsito dentro da cidade é praticamente o mesmo o dia todo.
Mas, digamos que eu esteja dirigindo em direção a um farol vermelho, e não há ninguém vindo na direção em que o farol está aberto. Assim que o caro (ou a bicicleta!) chega perto da intersecção, o farol muda de cor. Sempre.
O mesmo com os sinais vermelho de "virar à esquerda". Se não vem ninguém na direção contrária, o farol fica vermelho pra eles e o sinal de virar à esquerda passa pra verde.
Isso é especialmente interessante quando se está de bicicleta, já que não precisa parar, desplugar o tênis do pedal pra apoiar no chão, e depois brigar com o pedal pro tênis encaixar de volta. :-)
Nada pra fazer
Nos raros momentos de folga, tenho apelado à Hollywood Video pra me ajudar a passar o tempo. O que andei vendo essas semanas:
- About Schmidt: alguns momentos bons, mas no geral meio chatinho. A lição tirada do filme, pra mim, foi: "nunca pense em visitar Omaha". Disseram-me que o filme era bom, mas pelo jeito só é bom se você for do tipo que tem ataque de mulherzinha. :-)
- Carandiru: se eu tenho que apelar pra alugar filme brasileiro, é que não tem absolutamente nada na prateleira mesmo. Se bem que "Abril Despedaçado" eu gostei bastante. Mas Carandiru é terrível. E não é porque o hermano só coloca o lado dos bandidos e faz parecer que é todo mundo inocente no massacre (menos a polícia, claro), mas sim porque o filme é ruim mesmo. É um emaranhado de histórias sem conexão alguma, dando prioridade a contar a história de cada preso ao invés de mostrar o que interessa, que é a vida dentro da prisão. E quando tenta fazer isso, são flashes desconexos que fazem quem não leu o livro ficar boiando (eu li o livro). Nota 10 pro livro, nota 0 pro filme.
- Dawn of the Dead: acho que o filme perdeu um pouco do "brilho" pois foi lançado pouco depois do "28 Days", cuja história é basicamente a mesma, só que é um filme mais "dark" e menos hollywoodiano. Mas é um filme legal até, bom pra passar o tempo. Não espere mensagens profundas ou filosóficas, apenas sangue jorrando pra todo lado, com algumas cenas de humor pra quebrar o gelo.
Pelo menos agora parece que saíram uns filmes melhorzinhos dignos de fazer locação. "Elf" tá na lista (Will Ferrell é mestre), assim como o "The Stepford Wives", que ouvi falar que é legalzinho.
E, claro, tenho que ir ver o "The Incredibles" no cinema. Um dos melhores trailers que já vi. "You tell me where my suit is, woman!!!" Samuel L. Jackson = mestre.
::: escrivinhou anonymous às 15:06
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